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Coordenação: Líria Morays* [Grupo Radar 1]
Dias 27 e 28 das 14:00 às 17:00h
Local: Conventinho e Varadouro
Vagas: 15
Objetivos:
Prática de dança corpomapa - vamos ali ouvir o rio, busca promover uma prática sensorial de improvisação em dança que estimule aos participantes uma forma de relação com a cidade entre o trecho do espaço do Conventinho e o rio do Porto do Capim. A oficina ocorrerá em três etapas a cada dia - uma prática de aquecimento e abertura perceptiva em sala, uma caminhada até o rio do Porto do Capim em conexão com os moradores locais e uma prática na ponte do rio, conectando com quem ali esteja naquele momento gerando uma composição situada. Durante a oficina haverá também discussões, leituras e conversas sobre a prática local no rio, do trabalho de pescadores até à brincadeira das crianças.
Parcerias:
Durante o processo, será importante o convite de moradores ou participantes da associação que estejam presentes e que nos conceda a permissão local para estar no rio em estado perceptivo, ou até mesmo, que os moradores que se sintam a vontade estejam também conosco no rio participando.
Haverá o contato prévio com representantes do lugar e moradores previamente à promoção da oficina.
Participantes:
Moradores do Centro Histórico, Estudantes Universitários, Estudantes Universitários de arquitetura e áreas afins (engenharia, geografia, artes, etc.), Professores da arquitetura e áreas afins (engenharia, geografia, artes, etc.), Profissionais da arquitetura e áreas afins (engenharia, geografia, artes, etc.)
*Líria Morays - é artista, professora e pesquisadora em dança. Doutora em Artes Cênicas. Professora do Departamento de Artes Cênicas da UFPB e do Mestrado ProfArtes. Coordenadora do grupo de pesquisa Radar 1 (UFPB/CNPq).
Referências:
Corpomapa é um conceito discutido na tese de doutorado - Corpomapa: o dançarino e o lugar na composição situada - 2015, da proponente dessa oficina que reúne princípios perceptivos, sociais e criativos na prática da improvisação em dança, criando danças que levam em consideração o contexto do lugar e, portanto, uma composição situada. É uma prática que está em experimento continuado junto ao grupo de pesquisa Radar 1 que desde 2016 se relaciona com espaços distintos da cidade de João Pessoa para mover, dançar, estar junto com esses espaços específicos. É possível ver imagens das práticas junto ao grupo Radar 1 - @radar.um, https://contatoradar1.wixsite.com/my-site. No último urbicentros estivemos nos apresentando na Praça Rio Branco numa relação com as árvores do lugar e escrevemos um artigo também sobre essa experiência.
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