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OFICINA 12 - DESENHA O CENTRO

Coordenação: Emanoel Victor Patrício de Lucena


Dia 27 das 14:00 às 17:00h

Local: entre o Largo de São Pedro e a Praça Anthenor Navarro 

Vagas: 30


Objetivo:

Desenhar o centro: observação, narrativa e território, busca estimular a percepção crítica e afetiva dos participantes sobre como os espaços do centro são apropriados, vividos e ressignificados no cotidiano, por meio do desenho de observação. A oficina parte do entendimento de que tanto o que é registrado quanto as formas de registro são escolhas carregadas de sentido: nenhuma técnica expressiva é neutra, assim como não são neutros os objetos, cenas ou espaços selecionados para representação. Nesse contexto, os participantes são convidados a lançar sobre o papel seus olhares sobre o centro, compreendendo o desenho não apenas como prática estética, mas como ferramenta de leitura, crítica e, quando pertinente, de denúncia. Ao articular experiência artística, reflexão e observação sensível do território, a proposta busca fomentar a construção de narrativas visuais que evidenciem tensões, potências e disputas presentes no espaço urbano, contribuindo para o fortalecimento das condições culturais, de moradia, trabalho e lazer no centro.


Parceria:

A oficina se estrutura a partir de um caráter colaborativo que emerge dos próprios participantes, entendendo os inscritos como agentes ativos na construção do conhecimento. Propõe-se um ambiente horizontal de troca, no qual cada pessoa é convidada a compartilhar suas experiências sobre a cidade, suas memórias, percepções e também técnicas expressivas (como desenho, escrita ou outras formas de registro).


Participantes:

Moradores e trabalhadores do Centro Histórico, estudantes universitários, estudantes universitários, professores da arquitetura e profissionais da arquitetura e áreas afins (engenharia, geografia, artes, etc.)


Sobre o coordenador:

Emanoel Victor Patrício de Lucena é Arquiteto e Urbanista, graduado pela UFPB e mestre pelo Programa de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da mesma instituição. Doutorando pelo Instituto de Arquitetura, Urbanismo e Design da UFC. Articulador junto à Coordenadoria do Patrimônio Histórico-Cultural da Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza-CE. Professor da área de Fundamentos do Patrimônio, Estética, Teoria e História da Arquitetura no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Christus, Campus Parquelândia. 


Referências:

Instagram: @uskjoaopessoa; @usk.brasil; @arquisketchura


Material/Suporte:

blocos de nota A5, lápis grafite e borracha (a serem providenciados por cada participante)

INSCRIÇÃO

A vegetação como elemento da qualidade da paisagem

Coordenação: Anneliese Heyden [UNIESP] e Marcella Portela [UFRN]

 

A vegetação urbana é um dos elos que tecem a continuidade entre a natureza e o ambiente construído, permeando parques, praças, ruas, jardins e edificações. Configura-se como um importante elemento morfológico da paisagem, que a qualifica espacialmente, e possibilita a reconexão entre o homem e o meio natural, influenciando a qualidade de vida e a conservação da biodiversidade local. A partir dessa perspectiva, esta oficina destaca a importância de se pensar a paisagem do centro histórico da cidade de João Pessoa, a partir da vegetação, com vistas a valorização e contribuição funcional, estética, ambiental, ética e cultural dos seus espaços livres. Para tanto, será realizada uma imersão teórica sobre aspectos paisagísticos dos elementos naturais e sua influência nos espaços, e sensorial, com visita in loco para apreensão das pré-existências e observância da compatibilização da vegetação com a paisagem e a infraestrutura de espaço livre a ser definido coletivamente. Após tal imersão, a oficina propõe um momento de ateliê para hipotética intervenção paisagística, com a geração de cenários digitais e/ou colagens manuais.


Perfil dos participantes: estudantes (graduação e pós-graduação) e graduados em Arquitetura e Urbanismo / moradores / comunidade

Urbs que te quero verde!

Coordenação: Maria Helena Azevedo [UFPB], Filipe Valentim [UNFSM], Saulo Leal [UNIPÊ] 


A arborização urbana nas ruas centrais das cidades brasileiras nem sempre é suficiente para gerar microclimas e ambientes urbanos agradáveis à permanência de pessoas, dificultando assim funções como trabalhar, circular, recrear e habitar o centro. Em muitos casos a presença do verde é encontrada predominantemente nos quintais das residências, nos hortos das igrejas e em alguma praça ou parque. No entanto, há vias, calçadas e espaços livres públicos que só são usados para manifestações culturais à noite por possuírem cobertura vegetal ínfima, dificultando a permanência das pessoas em atividades diurnas. Esta oficina, então, se propõe a observar, discutir e questionar por que plantar, onde plantar e o que plantar para reduzir a temperatura dos nossos centros urbanos e gerar sombras que abriguem o poeta, o cantador, o grafiteiro, o vendedor ambulante, o casal de namorados, a criança que pula corda, a vovó que faz crochê e o caminhante que passa observando tudo isso. No primeiro dia, teremos um diálogo de natureza teórica. No segundo dia, iremos visitar o Horto do Convento Franciscano e o Parque da Bica, procurando conhecer espécies vegetais adequadas e/ou adaptadas ao nosso clima como também as ruas das áreas centrais, o que irá nos permitir um contato direto com a problemática, mapeando a situação existente. No terceiro dia, de posse das mudas de espécies nativas da nossa região, iremos fazer um trabalho de consciência ambiental junto aos moradores das áreas residenciais identificadas em nosso percurso, ajudando-os a plantar as novas vegetações. De quebra, iremos contribuir para reduzir a pegada de carbono gerada pelo Urbicentros. 


Perfil dos participantes: moradores das áreas centrais, estudantes, profissionais de arquitetura ou qualquer pessoa interessada em arborizar a cidade.


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