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Coordenação: Flavio Marzadro
Dia 28 das 14:00 às 18:00h
Local: calçadas do centro histórico
Vagas: 20
Objetivo:
A oficina propõe a criação de um dispositivo artístico, teórico e sensível de ativação do território, voltado à investigação das dinâmicas sociais, culturais e urbanas do centro histórico. Por meio de práticas como caminhadas perceptivas, pausas, frottage, exercícios de escuta e observação, os participantes serão convidados a explorar as texturas, memórias e narrativas inscritas no espaço urbano, além de dialogar com os transeuntes e os moradores.
Inspirada em abordagens da arte moderna e contemporânea, a oficina articula experimentação estética e reflexão crítica, promovendo o diálogo entre corpo, cidade, memórias, histórias de vida e imaginação. O dispositivo configura-se como um campo de produção coletiva de conhecimento, no qual práticas artísticas e lúdicas contribuem para a valorização do cotidiano e para o reconhecimento das camadas históricas e simbólicas do centro.
Ao fomentar processos de criação compartilhada, a oficina busca fortalecer vínculos com o território, ampliando as possibilidades de pertencimento e de uso do espaço urbano. Nesse sentido, pretende contribuir para o fortalecimento das condições culturais, de moradia, trabalho e lazer, compreendendo a arte como ferramenta de escuta, cuidado e transformação social.
Participantes:
Moradores e trabalhadores do Centro Histórico, estudantes universitários, estudantes universitários, professores da arquitetura e profissionais da arquitetura e áreas afins (engenharia, geografia, artes, etc.)
Sobre o coordenador:
Flavio Marzadro, italiano, é artista-pesquisador e sociólogo, formado pela Università degli Studi Di Trento (1999), com especial interesse pela sociologia da arte. É mestre (2014) e doutor (2023) em arquitetura e urbanismo pelo Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Bahia e da Universidade Roma Tre. Atualmente, professor voluntário no Instituto de Arte da UnB. Se define como um artista pragmaticista e sua arte como pública, sendo o seu principal tema de pesquisa a arte pública. Como pesquisador e artista, busca criar contextos de aprendizagem urbana por meio de experiências coletivas criando eventos de arte pública relacional e generativa.
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