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filler@godaddy.com
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Coordenação: Javier Monclús Fraga, Raimundo Bambo Naya [Universidad Zaragoza] e Xico Costa [PPGAU/UFPB]
Colaborador: José Augusto Ribeiro da Silveira [LAURBE/PPGAU/UFPB]
Reflexões e explorações urbanísticas no centro histórico de João Pessoa sobre problemas e oportunidades de intervenção e regeneração urbana. A oficina objetiva identificar casos de estudo reais e aportar materiais para a reflexão, estratégias e propostas. Serão compartilhadas experiência das 10 edições do Workshop Urban Regeneration, realizados anualmente pelo Máster Universitario en Arquitectura de la Universidad Zaragoza [Espanha].
Após a realização do evento a Oficina terá continuidade, no formato online, em formato a ser combinado com os participantes, para a preparação de informes e de materiais a serem publicados.
PROGRAMA
Local de encontro: Mostardão [Praça Rio Branco]
Dia 13/4/2023 [quinta-feira]
14:00h - APRESENTAÇÃO: apresentação de participantes e objetivos da oficina.
14:30h - REGENERACIÓN URBANA: breve relato da experiência da Universidad de Zaragoza nas explorações urbanísticas e propostas de regeneração urbana para os bairros da cidade de Zaragoza.
15:00h - TEXTOS PARA REINTERPRETAR A CIDADE: A imagem da cidade e A boa forma da cidade. Kevin Lynch.
Texto de referência para a caminhada da tarde, pelo centro histórico de João Pessoa.
16:00h - EXPLORAÇÕES URBANÍSTICAS: caminhada exploratória pelo centro histórico de João Pessoa, à luz do texto comentado.
Dia 14/4/2023 [sexta-feira]
14:00h – VISAGENS DE UM BAIRRO: relatos dos participantes e discussões das explorações do dia anterior pelo centro histórico de João Pessoa.
15:00h - TEXTOS PARA REINTERPRETAR A CIDADE: O Direito à cidade. Henri Lefebvre.
Texto de referência para a caminhada da tarde, pelo centro histórico de João Pessoa.
16:00h - EXPLORAÇÕES URBANÍSTICAS: caminhada exploratória pelo centro histórico de João Pessoa, à luz do texto comentado.
Dia 15/4/2023 [sábado]
14:00h – VISAGENS DE UM BAIRRO: relatos dos participantes e discussões das explorações do dia anterior pelo centro histórico de João Pessoa.
15:00h - TEXTOS PARA REINTERPRETAR A CIDADE: A vida na cidade: como estudar. Jan Gehl.
16:00h - EXPLORAÇÕES URBANÍSTICAS: caminhada exploratória pelo centro histórico de João Pessoa, à luz do texto comentado.
[a programação pode sofrer modificações para um melhor ajuste às demandas e perfil do grupo]
BIBLIOGRAFIA:
Regeneración Urbana. Urban Regeneration. Ayuntamiento de Zaragoza / Prensas Universitarias de Zaragoza
https://drive.google.com/file/d/1icyXgDlRdkbuYMytdZJC0MD13Gh9oKt7/view?usp=share_link

Coordenação: Francesco Careri [Universidad de Roma Tres]
Colaboração: Xico Costa, Maria Isabel Rocha, Flora Cardoso [UFPB] e professores convidados
Um copo de água, por favor. Medir a hospitalidade vagabundeando pelo centro de João Pessoa. O tema da hospitalidade se converteu num problema importante. De fato, a palavra “hospitalidade” se baseia no intercâmbio recíproco, considera o hóspede como portador de cultura e recursos, um presente intangível que é mútuo.
Nas culturas arcaicas a hospitalidade é um ato sagrado: abrir a porta a quem chama, porque por baixo da roupa humilde do viajante pode se esconder um deus. E quem não acolhe pode sofrer um castigo divino. O forasteiro é sempre inesperado e a acolhida é um ato que se faz de forma repentina, por convicção ética pessoal ou comunitária. Só através deste ato, o desconhecido, depois de ter descansado e saciado, conta algo sobre si mesmo, de onde vem, as terras por onde andou, as pessoas que conheceu, e oferece a seus anfitriões o presente de conhecer o mundo.
Pode parecer que as cidades são cada vez más inóspitas, mas, no entanto, escondem muitos atos invisíveis de hospitalidade.
O objetivo desta Oficina é colocar em evidência a hospitalidade "espontânea" da gente do denominado Centro Histórico da cidade de João Pessoa. Para isto caminharemos pela cidade testando essa hospitalidade através de pedidos simbólicos, como o de pedir um copo de água.
A recolhida de dados ocorrerá através de três caminhadas que atravessarão o Centro Histórico de João Pessoa em diferentes direções, tendo como ponto de encontro final a Praça Vidal de Negreiros (Ponto de Cem Reis). As atividades serão compostas fundamentalmente de trabalho de campo e trabalho de ateliê, com o apoio da teoria necessária.
O trabalho se realizará em grupos de 3 pessoas e constará de três fases:
1. Caminhadas de exploração e ações performáticas para provocar a hospitalidade.
2. Recolhida de dados, categorização, elaboração de legenda, objetos simbólicos e elementos visuais e sonoros (vídeo de 3 minutos por cada caminhada).
3. Instalação através do desenho da geografia da hospitalidade através de objetos e histórias selecionadas.
Programa
Dia 1: apresentação; caminhada geral do curso; trabalho conjunto em mymaps e criação de grupos de trabalho; palestra CAMINHAR COMO PRÁTICA ESTÉTICA.
Dia 2: caminhadas dos grupos; trabalho em mymaps; palestra CIRCO. UN IMAGINARIO DE CIUDAD HOSPITALARIA
Dia 3: projeto de montagem; produção de mapa, legendas, símbolos e montagem de vídeo; apresentação no Sarau Urbicentros.
Perfil dos participante: estudantes e pesquisadores de arquitetura e urbanismo e áreas afins

Coordenação: Daniel Paulo de Andrade Silva [UFPB] e Anna Cristina Andrade Ferreira [UFERSA]
A oficina tem como objetivo refletir sobre viver e habitar a área delimitada como Centro Histórico de João Pessoa através do olhar fotográfico.
Perfil dos participantes: alunos de graduação e pós-graduação, participantes do evento interessados na temática.

Coordenação: Maria Berthilde Moura Filha, Ivan Cavalcanti Filho, Adriana Leal de Almeida, Camila Coelho Silva, Marcela Dimenstein, Gabriela Fernandes do Nascimento, Gabriel de Oliveira Madruga, Francisco das Chagas Fernandes de Almeida, Maria Isadora Rodrigues Pessoa, Letícia Delgado [UFPB]
Partindo de uma perspectiva lúdica, inspirada no antigo jogo “Onde está Wally?” e no livro “As cidade invisíveis”, de Ítalo Calvino, esta oficina busca promover o debate acerca do morar, habitar e trabalhar no Centro Histórico da cidade de João Pessoa - capital da Paraíba -, incluindo a percepção dos variados processos de apropriação dos espaços urbanos e edificados da área; identificar agentes e elementos que colaboram para tornar vivo o centro da cidade, mas muitas vezes passam despercebidos pela população e ou são negligenciados pelo poder público; suscitar a reflexão sobre as formas de tornar visíveis as presenças e anseios dos agentes identificados, de maneira a contribuir para o debate acerca do esvaziamento, da invisibilidade e da necessidade de (re)qualificar os centros das grandes e médias cidades.
A oficina é uma realização da equipe do projeto de extensão intitulado “Memória João Pessoa”, em parceria com pesquisadoras do habitar e trabalhar no Centro Histórico da cidade: Camila Coelho e Marcela Dimenstein. Este projeto, desde 2006, trabalha com o Centro Histórico da cidade de João Pessoa, acumulando e transmitindo informações, dialogando e instigando reflexões sobre aproblemática comum a estas áreas centrais em todo o Brasil. Assim, esta oficina constitui um momento de troca de experiências, circulação de ideias e amadurecimento das reflexões.
[http://www.memoriajoaopessoa.com.br/]
Perfil dos participantes: estudantes e professores de graduação e de pós-graduação, técnicos e profissionais que atuem nos sítios históricos e indivíduos que vivenciem experiências nos centros históricos das cidades brasileiras.

Coordenação: Ana Negrão, Abraão Nóbrega, Luana Stephanie de Medeiros, Ana Heloísa Romão, Laura Araújo, Yane Diniz [UFPB/LAURBE]
A caminhada é um dos modos mais intuitivos ao deslocamento humano e, por isso, tem despertado o interesse de inúmeros estudos, em diversas áreas do conhecimento, que buscam observar as pré-disposições que levam as pessoas a optarem por essa modalidade. Sendo assim, foram criados métodos que avaliam a qualidade do espaço urbano para entender as motivações por trás do transitar a pé. Todavia, não são todos os critérios que, necessariamente, estão ligados ao entendimento do ambiente construído. Há, por exemplo, avaliações que consideram a figura central da ação, ou seja, o indivíduo. Nesse caso, questões como a identidade de gênero se tornam relevantes para entender diferenças na vivência da mobilidade urbana. Estudar a caminhabilidade, sob esse viés, é necessário por possibilitar o entendimento de quais critérios devem ser avaliados para transmitir a experiência de diferentes grupos na cidade. Portanto, esta oficina objetiva elaborar uma cartografia sensível, criada a partir de uma atividade imersiva, em um percurso no bairro Centro de João Pessoa/Paraíba, considerando a experiência de indivíduos diversos, pautada na perspectiva de gênero.
Perfil dos participantes: moradores e usuários da área objeto de estudo, pesquisadores, estudantes da graduação e da pós-graduação.

Coordenação: Claudia Ruberg, Alexia de Oliveira Ferreira, Ana Catarina Gomes de Lima, Fabiana Francelino Maia dos Santos, Italo Diego de Lima Fidelis, Joyce Faustino da Silva, Livia Siqueira Santos Nobrega [UFPB]
Partindo de uma reflexão sobre os materiais descartados comumente pelas pessoas, é possível pensar na reutilização de parte desses materiais - os recicláveis - a fim de realizar uma gestão cada vez mais sustentável dos resíduos. Além disso, tem-se que suas diversas formas de reaproveitamento possibilitam a criação de vários produtos, dentre os quais mobiliários e outros objetos, que podem ser aplicados na ressignificação dos espaços, proporcionando bem-estar às pessoas e utilidade ao local, através de intervenções efêmeras. Assim, esta oficina objetiva transformar temporariamente o espaço público para contemplação e observação do Centro Histórico de João Pessoa, mediante a instalação de um espaço de vivência montado com mobiliário confeccionados com materiais reciclados.
Deste modo, serão produzidos, em um primeiro momento, bancos, mesas, itens de decoração, entre outros, com garrafas pet e/ou outros materiais recicláveis. Em um segundo momento, os materiais confeccionados serão levados ao local de intervenção, onde um espaço de permanência será criado, com layout definido pelos participantes, que poderão vivenciar a ação realizada.
Após a montagem do espaço os participantes e demais transeuntes e/ou moradores da região central serão convidados a se apropriar do espaço, sentir e observar o ambiente. Em seguida será feita uma roda de conversa, onde os participantes poderão expor a sua experiência na oficina, a sua percepção após intervir no espaço urbano e as potenciais contribuições para quem experiencia o Centro.
A equipe é composta pelos discentes integrantes do Projeto de Extensão Mobilidade Urbana da UFPB que está em seu quinto ano, sob a coordenação da Professora Claudia Ruberg, do Departamento de Arquitetura e Urbanismo. Nos anos que antecederam o isolamento social, anualmente promovia um evento denominado Humaniza Federal com objetivo de despertar a comunidade acadêmica acerca da mobilidade urbana, acessibilidade, carona solidária e sustentabilidade. Além de palestra, vivência de acessibilidade, a equipe se utiliza do urbanismo tático, cartazes, momento cultural, parklet para alcançar seus objetivos.
Perfil dos participantes: qualquer pessoa que tenha interesse em confeccionar mobiliário e decoração com materiais recicláveis e vivenciar espaço criado com eles.

Coordenação: Iana Ludermir Bernardino, Natália Miranda Vieira-de-Araújo, Dayse Luckwü Martins, Lúcia Leitão [MDU/UFPE]
A oficina tem como objetivo propor um ambiente de reflexão sobre como a percepção do medo pode contribuir para a diminuição da habitabilidade de centros históricos, além de limitar as experiências e o usufruto da cidade. A habitabilidade é entendida como a percepção e a valorização dos atributos habitacionais por parte dos moradores e usuários. Assim, a oficina propõe estimular o questionamento sobre como a percepção de medo repercute sobre o reconhecimento das qualidades habitacionais dos centros históricos.
· Obsolescência simbólica de imóveis históricos por meio do contraste com o "novo" e percepção de habitabilidade;
· As dimensões materiais e imateriais dos centros históricos;
· Discutindo os atributos e qualidades dos espaços públicos;
· O medo, o anseio por "distinção" e a construção de um ambiente hostil.
A ideia do oficina parte da articulação de 3 Laboratórios do Departamento de Arquitetura e Urbanismo e do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Urbano: Laboratório de Urbanismo e Patrimônio Cultura (LUP), Laboratório Interdisciplinar de Arquitetura |
Estudos e Pesquisa em Psicanálise, Fenomenologia e Imaginários (LiArq) e Grupo de Estudos sobre o Mercado Fundiário e Imobiliário (GEMFI).
Perfil dos participantes: estudantes e professores de graduação e de pós-graduação, técnicos e profissionais que atuem nos sítios históricos e indivíduos que vivenciem experiências nos centros históricos das cidades brasileiras.

Coordenação: Angelina Dias Leão Costa, Ana Cristina Claudino, Bruna Ramalho Sarmento, Diogo Gomes Pereira Batista, Eduardo Augusto Monteiro de Almeida e Imara Duarte [LACESSE/PPGAU/UFPB]
O Laboratório de Acessibilidade LACESSE/UFPB convida a pensar caminhos urbanos como acessos emocionais à cidade. De forma experiencial percorreremos juntos um itinerário voltado ao primeiro modal, ao pedestre, em sua qualidade sensível e sensória relacionada ao lugar, mais especificamente, ao coração de uma cidade: seu centro. Sendo uma das mais antigas capitais do país, João Pessoa tem um centro histórico rico em referências que estimulam uma experienciação proprioceptiva, sensorial e afetiva únicas - quer para recém-chegados, quer para os que já possuem um elo geracional com ele. Nesse sentido, objetivamos: Sensibilizar acerca do potencial modificador das características sensíveis do Lugar; Despertar para uma arquitetura para além da visão; Provocar a empatia espacial necessária a todo projetista. A Oficina, terá duração de 04h e se estrutura em 04 passos: 1) ‘Ver’ - abrir os olhos sensoriais para novas formas experienciar o centro histórico, 2) ‘Mover’ - atividade de campo, 3) ‘Comover’- rápida troca de ideias, 4) ‘Envolver’ - atividade prática projetual.
Perfil dos participantes:
Qualquer pessoa interessada em vivenciar o espaço urbano real (com suas dificuldades de acesso/mobilidade), e experienciar todas as sensações possíveis.
Curta-metragem Cuerdas: https://youtu.be/MF19PqxSnps
A cegueira como forma de visão | Joana Belarmino | TEDxJoaoPessoaSalon: https://youtu.be/PhCAMgtBb80
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