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Ateliê Ca[ó]tico em Jampa

Coordenação: José Clewton do Nascimento e Eunádia Silva Cavalcante [UFRN] 

 

Estimular a prática, no processo de projeto, da percepção dos elementos construídos e sua relação com o entorno e o incentivo à prática do “estar no lugar” como forma de apreensão e (re)conhecimento do espaço a ser transformado, e o  uso de processos manuais como meios de expressão das ideias geradas como concepção projetual, tendo como foco o entendimento acerca das práticas cotidianas relacionadas ao HABITAR / MORAR no Centro Histórico de João Pessoa. 


Perfil dos participantes: discentes e docentes de cursos de Arquitetura e Urbanismo (graduação e pós-graduação).

      Habitar a indústria

      Coordenação: Breno Vieira Crispim [IAB.PB]

       

      A oficina tem por objetivo debater os rumos do patrimônio arquitetônico da industrialização da cidade de João Pessoa, utilizando como estudo de caso o sítio industrial marcado pela antiga Indústria Sanhauá, Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo e a Prensa Abílio Dantas, localizadas na Rua da República, bairro do Varadouro. A atividade consistirá de uma apresentação do panorama histórico (origem, auge e declínio) do sítio e edificações industriais existentes através de uma exposição oral. Em seguida, será feita uma apreensão espacial para conhecimento das ruas, construções e pessoas formadoras da paisagem industrial em questão por meio de uma visita guiada. Por último, ocorrerá uma discussão sobre a realidade do local, buscando pensar maneiras de habitar esse patrimônio industrial abandonado e formas de evidenciar os múltiplos valores de um sítio industrial singular na cidade de João Pessoa que infelizmente é desconhecido pela população e gestores públicos da cidade e do estado.


      Perfil dos participantes: estudantes de graduação e/ou pós-graduação em arquitetura e urbanismo, ou área interdisciplinar, e gestores públicos.

        Caruanas: artes (e curas) urbanas

        Ana Cabral Rodrigues, Flavia de Sousa Araújo, Clara Lobo Belo, Hilda Marinho Amaral Borges, Eliana Gonçalves de Souza, Letícia Coelho. [UFF e UFAL]  


        O espaço OFICINA CARUANAS convida a comunidade em geral (acadêmica ou não) a se reconhecer num campo de debate em torno de questões como a distopia vivida atualmente nas cidades brasileiras e os adoecimentos dos corpos. No mesmo passo, objetiva oferecer-se como espaço de experimentação de processos artísticos por diferentes plásticas e estratégias de ocupação urbana que acionem sentidos de cuidado por uma perspectiva de saúde ampliada e transversalizante, marcada pela presença de saberes populares e ancestrais enquanto práticas atentas aos modos de habitar, produzir pertencimentos, memórias e fissuras em territórios partilhados e fabulados. Pelas ferramentas de intervenção que propomos e as daqueles que quiserem participar desta oficina intenta-se conjurar “caruanas” pelas ruas da cidade, cujas energias encantadas - das águas doces - ,além de definir e situar o problema, trazem as artes da cura.  


        Perfil dos participantes: acadêmicos, artistas, movimentos sociais

            Habitação em edifício público sem uso

            Portraits of three men with different hairstyles and expressions in black and white.

            Coordenação: Marco Antonio Farias Coutinho, Axel Alves [UFPB] e Pascal Machado [UFPE] 


            A oficina tem como objetivo principal utilizar o antigo edifício do IPASE, situado no Ponto de Cem Réis, coração do Centro Histórico de João Pessoa, para ser adaptado à condição de habitação social. Como objetivos secundários: 1) refletir sobre a realidade de diversos edifícios neste mesmo contexto e o crescente número de pessoas sem habitação; 2) entrar em contato com uma ocupação existente no entorno – Ed. Nações Unidas – e perceber as condições de vida em que essas comunidades se encontram, e 3) desenvolver estratégias de planejamento para enfrentar tais situações.

            Perfil dos participantes: estudantes de Arquitetura e Urbanismo

              Ocupa o Centro com Arte

              Coordenação: Robson Xavier da Costa [UFPB] 


              A oficina objetiva ocupar parte do centro histórico da cidade de João Pessoa com intervenções artísticas em diversas linguagens, partindo do universo das artes visuais em diálogo com a arquitetura, compondo caminhadas em grupos baseadas na teoria da deriva, de natureza psicogeográfica, com registros dos espaços e produção de materiais visuais (desenhos, pinturas, lambes, estêncil, fotografias, vídeos, performances, etc.) que discutam os apagamentos e a sobrevivência das imagens, propondo interfaces entre os diversos tipos de ocupação da arte, na cidade e na arquitetura, provocando partilhas e apropriação de espaços e lugares. Pretendemos demarcar territórios no centro histórico, criando pontos criativos e vivenciais, que proponham interfaces com os habitantes da cidade. A ideia central é habitar o centro com arte. Todo o material será documentado e transmitido em tempo real para a internet, o registro final será feito por meio de ensaios visuais, que serão publicados nos anais do evento e nas redes sociais.


              Perfil dos participantes: estudantes e docentes de artes visuais, dança, teatro, música e arquitetura, artistas visuais, performances, pesquisadores e a comunidade do centro histórico.

                Meu bairro amigável à primeira infância: como propor soluções reais sob o olhar da primeira infância

                Coordenação: Aída Pontes e Viviane Almeida [IAB: Urban 95]; Lucas Izidorio Medeiros da Silva e Maria Isabela Neves Ferreira [Lîla Coletiva]; e Luiza Ferraro [UFRJ] 


                A oficina se propõe a apresentar e debater diretrizes urbanas para a construção de bairros amigáveis a primeira infância nas cidades brasileiras, a partir do jogo "boas práticas urbanísticas para a primeira infância brasileira", que discute formas de fomentar o olhar à primeira infância, partindo da escolha de lugares e problemas reais.


                O jogo é um produto do projeto IAB/Urban 95, uma parceria entre o Instituto de Arquitetos do Brasil e a Fundação Bernard van Leer, cujo objetivo principal é implantar políticas públicas e projetos de intervenção físico-territorial para facilitar o desenvolvimento de Bairros Amigáveis a Primeira Infância (BAPI).


                A metodologia elaborada serve ao desenvolvimento de políticas públicas e intervenções em cidades específicas da rede Urban95 e à inspiração de cidades fora da rede que desejam implementar ações e qualificar políticas públicas relacionadas à Primeira Infância.


                Somada a atividade do Urban 95, teremos a Luiza Ferraro (UFRJ) e o Lîla Coletiva com uma atividade pedagógica dedica as crianças, a LudiCidade, que trabalha com elementos simples e visuais.


                Perfil dos participantes: Arquitetos e Urbanistas e estudantes de arquitetura e urbanismo no primeiro dia e crianças de 6 a 9 anos no segundo dia.


                Material relacionado: https://www.lilacoletiva.com/o-jogo-como-ferramenta

                   

                   

                  Centros e [des]centralidade: narrativas especulativas e fabulações multilinguagens

                  Coordenação: Gabriela Leandro Pereira [UFBA] e Diana Helena [UFAL]  

                   

                  Esta oficina caracteriza-se como um exercício centrado em experimentações metodológicas voltadas para a reflexão e elaboração de registro e criações narrativo-cartográficas, explorando múltiplas linguagens, formatos e suportes (textos, vídeos, grafismos, etc.). 

                  Centros e [des]centralidades serão aqui atravessados pelo debate interseccional, no qual racialidade, gênero e sexualidade emergem como dimensões indissociáveis do fazer cidade e das relações próprias da vida em sociedade. Nesse exercício, recorreremos ao imaginário, às memórias, vestígios, acontecimentos, caminhadas, projetos, dados e referências com o intuito de nutrir e incorporar múltiplas camadas e perspectivas das histórias materiais sobrepostas nas cidades, com o intuito de estimular conexões entre tempos, lugares, desejos e projetos de futuro. Para tanto, tomamos como referência pesquisadoras negras e feministas como Saidiya Hartman, Walidah Imarisha, Ursula K. Le Guin, Donna Haraway, Mona Livholt, Anna Tsing, Denise Ferreira da Silva, dentre outras, por reconhecer em seus trabalhos o potencial transgressor empenhado na preciosa tarefa de des-pensar o mundo encarado por essas intelectuais. Quais cidades emergem quando nos movimentamos nessa direção? 


                  Resultado da oficina disponível em: https://descentro.hotglue.me/

                     

                     

                     


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